Top 5 monstros obscuros do D&D, que pouca gente lembra Parte I

Saudações a todos, esses dias comecei a me perguntar que fim deram os monstros que eu costumava ver no Manual dos monstros da 3° edição e descobri que eles foram “descontinuados”, sendo assim me inspirei e decidi fazer um top 5 monstros que foram esquecidos nas edições anteriores. Mas antes de começar vou deixar alguns pontos claros:

  1. Só levei em consideração os livros básicos, se fosse ver tudo haveriam mais monstros e talvez alguns deles até tivesse reaparecido, mesmo assim ficaram de fora do livro mais acessível (ou seja são menos conhecidos);
  2. Alguns casos eu também omiti por ser tratar de um monstro que não tem nada chamativo ou até foi “reimplementado” (como crabman  e chull, que embora não sejam o mesmo bicho são basicamente a mesma coisa);
  3. Não me limitei a apenas uma edição procurei cavar as outras edições também (1°, 2°, 3°, 4°), podem haver umas redundâncias, quem perceber favor apontar nos comentários;
  4. Provavelmente haverão outros posts como esse para complementar a lista, espero não me alongar demais no assunto, o feedback ira determinar o rumo disso;
Bom vamos aos nossos ilustres convidados:
5° AurumVorax
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Esse gatinho ai é um baita desgraçado

De inicio vamos falar de uma criatura que foi concebida da ideia do monstro da ferrugem, (ou algo próximo disso),o Aurumvorax (tudo junto mesmo), seu nome vem do latim que significa comedor de ouro, se trata de um tipo de felino não muito grande, porem com 8 patas e extremamente agressivo (perigoso para o seu tamanho). Sua dieta inclui alem de carne metais preciosos, principalmente ouro o que faz que se pelagem tenha além de um brilho dourado uma resistência do nível de uma armadura de batalha, seu couro se for pouco danificado pode ser vendido por altas quantias de dinheiro devido suas propriedades únicas. Essa é uma criatura que faz falta devido ao folclore dela. E também da capacidade de comer todo o ouro de um grupo desatento.
4° Maedar
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Um cara intrigante, quem cria cobra….
Bom para muitas pessoas, eu incluso, não existiam medusas homens( ou medusos para os íntimos), eles basicamente são como as medusas em alguns aspectos, porém eles são mais raros, eles petrificam pelo toque (embora na 4° eles usem uma nuvem de gás atordoante ao invés de petrificação), eles geralmente são tomados como maridos pelas medusas e tem como função o combate corpo a corpo (ficando a arquearia como tradição das medusas). Adorei a criatura, pois ela da um lugar no mundo para as medusas, ficando de lado aquele arquetipo manjado de mitologia grega.
3° Yrthak
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Ele parece camarada, mas é uma criatura enorme e agressiva
Ok, deve haver uma incrível razão para incluir um pterodátilo cego como monstro no D&D, ele foi concebido originalmente na revista Dragon e depois adaptado para o D&D 3° edição, depois disso sumiu sem deixar vestígios, o que se sabe sobre ele é que gosta de montanhas temperadas e tem uma rajada sônica que usa para caçar/se defender. Já tive o prazer de usar ele em uma aventura e ele se revelou uma criatura original que desafia os jogadores que decoram o livro (se serve de curiosidade ele foi abatido por uma sucessão de 3 “20” consecutivos, um evento raro assim como ele).
2° Achierai
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Não da pra brincar de chocobo com esse passarinho.
Bem essa galinha ai é pura maldade, e mesmo não vivendo no plano material, ela atormenta muita gente (tudo depende da malicia do mestre claro), acho esse monstro icônico devido a sua excelente ilustração (a do Sardinha, não o rascunho da versão anterior). Um fato interessante é a enfase na maldade de uma criatura que parece um periquito tunado. Ele conta com uma nuvem negra enlouquecedora alem de resistência a magia visão no escuro e varias bicadas bem doidas, ou seja, se vacilar, morre.

1°  Shadar-Kai
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Só rolezinho gótico suave
E para finalizar vou falar um pouco de umas das coisas que eu mais gostei da 4E (é um bom jogo dependendo do grupo que você tem) são os Shadar-Kai, embora sua origem seja até anterior, e que tenha muita coisas que foi mudada e reescrita com o tempo, um bom começo é definir os “SK” como uma raça que habita o plano de Shadowfell (um semiplano das sombras) e venera a Rainha Corvo (uma regente/divindade local). eles tem peles acinzentadas olhos negros piercings roupas escuras e são silenciosos e soturnos. Citei essa raça, porque acredito que seja o interesse de muita gente jogar com um SK. ou ao menos algo parecido, eles são quase humanos mas tem um background próprio, talvez esse seja um obstaculo para adapta-los, nada que não seja improvisável.
Por hoje é só, em breve volto com mais
*ERRATA: Os Shadar-Kai são descritos no Mordenkainen Tome of Foes e são elfos e não “quase humanos”
Dark

Top 5 defeitos do D&D 5E parte II

Saudações a todos, hoje trago a 2° parte dos defeitos do D&D 5E originalmente não era a intenção fazer este post, mas dois motivos me incentivaram 1° a parte 1 é minha postagem mais popular do blog 2° jogando um pouco mais pude maturar mais uns pontos do jogo que me desagradaram, então sem mais delongas vamos aos tópicos:

5° Destreza o atributo supremo

Que belo por do sol para morrer…

Poucos são os jogos em que um atributo é tão usado e tão fundamental pra todo mundo quanto a destreza no 5E, ela serve para iniciativa,ataque,dano,resistência,CA,pericias entre outras coisas, já servia para muitas coisas antes mas permitir somar no dano “naturalmente” ou seja sem um talento especifico ou restrição pra isso (ao menos a arma deve ter a propriedade finesse pra corpo a corpo). Ok isso faz até algum sentido e D&D nunca foi plenamente balanceado, mas com certeza não é muito saudável pro jogo ter um grupo onde os ágeis são plenos em tudo e o resto que se vire, o problema da destreza leva até o próximo tópico.

4° Os malditos “dump stats”

Essa proeza demanda muito azar além de falta de habilidade

Esse não é um problema da 5° edição e nem apenas do D&D, mas sim um problema do RPG em geral, que consiste na manobra de remover os pontos de um atributo inútil e colocar tudo no principal (carisma é a vitima favorita), de qualquer forma não faria sentido manter um atributo que não lhe serve no jogo, porém ele não deveria servir de munição pra você tunar seu personagens e interpretar um rascunho de ser vivo com 3 em um atributo e 20 em outro.

3° O maldito Polimorfismo

Baconmorfismo

Druidas me enchem o saco pra caramba com as transformações (que passaram de inúteis pra apelativas, o pessoal da Wizards ta bem descalibrado ultimamente), mas a magia polimorfismo é bem pior, com uma magia você consegue acabar com um inimigo, transformando ele em uma ovelha, ou fazer um dos melhores buffs possíveis transformando um aliado em T-Rex, a distancia, sem componentes materiais caros e ainda o oponente não tem direito a um teste por turno pra sair do efeito (como em Imobilizar pessoa), a questão é que tem momentos que é preciso decidir se as magias são puramente interpretativas ou se estão bem parametrizadas, o polimorfismo só explica o que é apelativo e deixa em aberto pontos importantes que ajudariam a controlar melhor o poder da magia, um limite baseado em DVs já seria um bom começo.

2° A falta de desafios a altura

É pra isso que servem os kits do ladinos 

Bom isso pode ser meio idiota de afirmar afinal enfrentar um dragão no primeiro nível é bem letal, mas em media os desafios que estão a altura dos jogadores são muito fáceis, poucas vezes senti o perigo real agora as magias dificilmente matam instantaneamente, não se vira pedra pra sempre com o basilisco (ou seja sem save or die), é muito fácil andar dar seu ataque total e andar de novo, na 3° edição precisava de 6 níveis e 3 talentos no minimo pra conseguir isso, enfim ta bem mais amigável, pode ser qualidade pra alguns, mas eu considero defeito, quero aventura e não um passeio no parque.

1° Pontos de vida a rodo

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Liga pra SAMU

Bom um sistema onde um bandido de ND 1/2 tem 35 pontos de vida devia repensar algumas coisas, isso se ao menos as armas causassem muito dano o que não é o caso, você consegue no 1° nível um 2d6+5 com muito esforço ainda vai penar com uns 3 ataques pelo menos pra matar cada bandido. As classes de conjuradores e especialistas avançaram o DV pra d6 e d8 respectivamente, o descanso completo recupera todos os pontos de vida (na 3° era só uma quantidade igual seu nível, mundo cruel).Acredito que isso seja ruim porque prolonga muito os combates e facilita as coisas em vários aspectos, não que todo mundo deva morrer com uma espadada, mas se o problema era esse então pq não reduzir o dano, existe uma tara por numeros altos?

Por hoje é só, obrigado por prestigiar meu blog

Dark

Mortes famosas que permanecem um mistério sem solução parte II

Saudações a todos (creio que adotarei esse cumprimento como padrão) venho hoje com a segunda parte dos crimes famosos sem explicação, ou pelo menos sem uma explicação plausível, bom vamos aos casos:

O caso Black Dalia – 1947

Após o fim da Segunda Guerra, um crime chocou os EUA. Um corpo nu e mutilado que mais tarde foi descoberto se tratar de Elizabeth Short (apelidada de “Dália Negra”), foi retalhado e jogado num terreno baldio em Los Angeles. A  mídia criou um grande alvoroço (algumas coisas nunca mudam),o que atraiu inúmeras confissões falsas de pessoas querendo seu minutinho de “gloria”, vai vendo.A polícia chegou a investigar 150 suspeitos de terem matado Elizabeth e foi disponibilizada uma recompensa pelo culpado, porém ele (ou ela, vai saber né) nunca foi encontrado, acredito eu que com os recursos modernos esse crime teria uma solução, Los Angeles era um local muito caótico naquela época, o caso originou o filme Dalia Negra.

O assassino do Zodíaco – 1968

Acredito que esse caso é um dos mais famosos aqui. No final da década de 60,  vários assassinatos em serie aterrorizaram os moradores do Norte da Califórnia, Ao menos cinco pessoas e outras duas foram feridas.Ele costumava abordar casais  e preferia usar armas de fogo (algo pouco comum se tratando de assassinos em serie). O que mais chamou atenção foi que o assassino mandou cartas criptografadas à imprensa, chamando a si mesmo de Zodíaco, falando ter matado 37 (numero não confirmado) as cartas foram traduzidas com a ajuda de especialistas usando uma trabalhosa técnica  de substituição de caracteres, anos depois um suspeito foi indiciado, mas infartou antes de poder depor, a historia é retratada no filme Zodíaco (recomendo).

Máscaras de chumbo – 1966

Este é um célebre caso brasileiro. Em 20 de agosto de 1966, um jovem que andava pelo Morro do Vintém, Rio de Janeiro se deparou com os cadáveres de dois homens eram Miguel José Viana e Manoel Pereira da Cruz. Eles estavam vestindo terno, máscaras de chumbo (que na verdade pareciam uns óculos da MIB muito toscos) e não apresentavam marcas de violência e nem rastros de terceiros. Ao lado dos corpos a havia um bloco de notas com símbolos e números anotados (como uma especie de manual de instruções). O mistério nunca foi solucionado. No entanto,  existem teorias que indicam que eles teriam utilizado drogas numa tentativa de entrar em contato com ETs em uma experiencia psicodélica, havia na época relatos de um grupo que orientava como as pessoas podiam chegar a ter contato com ETS, pessoalmente falando, creio ser o mais provavel.

O desconhecido de Somerton – 1948

Este caso é amplamente divulgado como “Taman Shud”, Em 1948  foi encontrado na praia de Somerton, na Austrália um homem (mais especificamente o cadaver dele) vestido com um terno e gravata, barbeado e em bom estado físico. No bolso oculto da calça, um pedaço de papel com a frase “Taman Shud”, que significa “FIM”, do livro persa “Rubaiyat”, de Omar Khayyam. Foi descoberto posteriormente que um indivíduo disse que haviam jogado em seu carro um livro do Rubaiyat com a frase arrancada nas páginas finais e algumas frases escritas, com um número de telefone. A polícia localizou a dona do número e conversou com ela, ela não reconheceu a testemunha e disse ter dado o livro a outra pessoa que deu declarações muito evasivas a respeito do caso; o crime segue sem solução.

A cabeça de Leroy Carter – 1981

Em 1981 nas ruas de São Francisco, um homem que havia “cochilado” dentro de um saco de dormir começou a incomodar os moradores do local, até que a policia foi chamada para que o homem fosse removido dali. Assim que o tiraram de dentro do saco, perceberam que ele estava morto, e sua cabeça havia sido arrancada e substituída por uma asa de frango e dois grãos de milho. Após investigações descobriram que se tratava de Leroy Carter, um homem com uma longa fixa criminal. Um ocultista sugeriu que Carter havia sido assassinado pela seita Santeria (que também é nome de musica). Ele explicou que, de acordo com o ritual, a cabeça seria devolvida no mesmo lugar em que o corpo estava 45 dias depois da morte. Ninguém deu muita moral para o especialista e as investigações seguiram. Entretanto, como foi previsto, a cabeça de Carter apareceu no lugar em que seu corpo estava 45 dias após a morte. Como não havia nenhum policiamento no local, ninguém descobriu quem devolveu a cabeça, que possivelmente seria o culpado pelo crime e nem seus motivos para o assassinato.

Mortes famosas que permanecem um mistério sem solução parte I

Saudações a todos, vou diversificar um pouco os assuntos do blog e falarei de algo que é do meu interesse, (e acredito que o de muitas pessoas também) que se trata de crimes e mistérios, a lista a seguir é elaborada levando em conta muito do que se tem disponível em vários sites, mas claro com meu ponto de vista junto, sendo sim, vamos aos itens:

O caso de Elisa Lam – 2013

Para iniciar vamos falar da morte de Elisa Lam uma estudante canadense que foi encontrada morta dentro da caixa d’água do Cecil Hotel (famoso por outras tragédias), o corpo dela apodreceu por semanas lá e só foi notado devido os hospedes reclamarem do gosto ruim da água, as gravações das câmeras de segurança mostram Elisa fugindo angustiada, porem não é possível identificar de quem (possivelmente de ninguém já que ela tomava medicação para esquizofrenia),não há registros dela subindo até o reservatório de água e muito menos dela subindo e se atirando dentro dele sozinha (o que é praticamente impossível), reforçando a teoria de que há envolvimento de terceiros, sou muito cético e mesmo assim essa história me intriga devido as circunstancias que tornavam um suicídio inviável, esse caso originou um filme chamado Água Negra.

Assassinato de Giovanni Borgia – 1497

Em uma manhã de 15 de junho de 1947 em Roma, o cavalo de Giovanni (ou João em português) apareceu misteriosamente sem o dono. Sendo assim foi considerado desaparecido. Seu corpo seria encontrado no Rio Tibre com 30 ducados de ouro e suas roupas finas intactas(descartando a hipótese de latrocínio). Bórgia foi atacado com nove facadas e tambem foi degolado. Seu pai, o papa Alexandre VI, acusou publicamente Gioffre Bórgia pela morte do irmão, lançando uma investigação intensa para investigar o crime, sendo esta interrompida abruptamente apenas 1 semana depois. Embora houvessem motivos de sobra para que ele fosse assassinato (seu irmão era suspeito por questões de herança, sabe como é né), minha principal suspeita foi que ele se envolveu com Sancha de Aragão (um boato da época) esposa de Gioffre, e para evitar um escândalo maior o papa decidiu colocar “panos quentes” na situação.

Desaparecimento de Michael Rockefeller – 1961

Michael Rockefeller membro da dinastia Rockefeller e filho do então governador de nova Iorque Nelson Rockefeller apreciava explorar culturas antigas e colecionar artefatos arqueologios, em 1961 decidiu partir numa expedição para costa da Papua Nova Guiné conhecer a tribo de Asmat uma das tribos mais isoladas do mundo um povo muito receptivo (Ironias a parte é uma civilização completamente atrasada nem agricultura é desenvolvida) um lugar onde sua fortuna não serviria de nada. Durante o trajeto um acidente de barco inesperado fez com que Michael tentasse nadar até a costa. Ele nunca mais foi visto. Foram realizadas varias buscas, mas nenhuma com sucesso. Há a tese de que o herdeiro foi morto por membros da tribo, mas especificamente comido (literalmente), muito dificil de provar, mas bem possivel, é da historia dele que surgiram as varias referencias em filmes e desenhos de canibais comendo exploradores (como Pica Pau, Tom e Jerry, Holocausto Canibal).

Combustão de Mary Reeser – 1951

Particularmente falando esse caso é bem “sobrenatural”,começou em 2 de julho de 1951, quando a proprietária do apartamento onde Reeser morava, a visitou para entregar um telegrama. Quando ela chamou, ninguém respondeu. Ela colocou a mão na maçaneta da porta e viu que estava estranhamente quente. Ela acionou a policia e quando eles entraram encontraram o corpo de Mary Reeser em cinzas no seu apartamento (o que lhe rendeu o apelido de Cinder Woman para posteridade). Restou somente uma das pernas da senhora de 67 anos. O mais estranho é que apenas o local onde Mary estava sentada foi afetado pela combustão. O restante do apartamento permaneceu intacto. Os laudos foram inconclusivos e sua morte foi registrada como “combustão humana espontânea”, o delegado do caso tinha uma teoria de que ela se auto-incendiou com um cigarro enquanto dormia, sendo que seu tecido adiposo serviu de combustível, mas isso não explica porque o resto do apartamento não queimou e também o fato de que é necessária uma temperatura de pelo menos 10000 graus Celsius para carbonizar totalmente um corpo.

Incidente no Passo Dyatlov – 1959

Na extinta União Soviética era muito estimulado o habito de fazer trilhas e curtir a natureza (que basicamente consistia em muito gelo na maior parte do ano). Então em fevereiro de 1959, nove jovens esquiadores foram explorar o Passo Dyatlov nos Montes Urais, porém algo os fez fugir desesperadamente de madrugada do local do acampamento, saíram sem roupas apropriadas para encarar a temperatura de dezenas de graus abaixo de zero. Os corpos foram encontrados com sinais de hipotermia, traumatismos diversos e um deles até sem a língua. A investigação concluiu que uma “força desconhecida” foi responsável pelas mortes ( o que não é muita conclusão convenhamos). As teorias para o fim dos pobres alpinistas são muitas, OVNIS, o Yeti, uma avalanche, mas o que mais se cogita é que eles tenham sido atacados por uma tribo local, embora isso não explique os traços de radiação encontrado nos corpos.

Por hoje é só mas, volto em breve com mais conteúdo

abraços

Dark

Top 5 Defeitos do D&D 5E

Boa tarde,

Anteriormente eu listei as 5 qualidades do D&D 5E agora faço o caminho inverso, porque afinal nem tudo são flores, você pode não concordar comigo, mas essa é uma opinião pessoal e sincera, então vamos começar logo com isso.

1° Conjuradores > que todo resto


Aprender a se esconder é aprender a sobreviver

Isso já era um problema da 3° edição, na 4° resolveram e deixaram o jogo equilibrado (até demais) e o problema volta novamente agora, não parece muita coisa a principio, mas analisando da para ver como as magias são a opção mais eficiente na resolução de qualquer conflito, as resistências são mais fáceis de explorar na 5° edição, pois o conjurador pode mirar na fraqueza do oponente como Carisma ou Sabedoria por exemplo, que tende a ser menor do que um teste de vontade seria.

2° Níveis de desafio mal projetados e de difícil compreensão


Góblins bem usados (ou mal) podem gerar um TPK bem precoce

Para os que tiveram o desgosto de ler as regras de projeção de encontro e conseguiram entender eu dou os parabéns, porém para a grande maioria aquilo fica mais confuso a cada vez que se lê, tanto que simplesmente estou preferindo chutar quanto de poder tem um monstro e esperar que ele não trucide os aventureiros, saudades de quando simplesmente se somava os níveis de desafio e consultava uma tabela.

3° Itens mágicos não tem preço

  Consegue reconhecer esses itens?

Ok, muitos dirão que é intencional e que isso evita o efeito “arvore de natal”, mas os preços dos itens servem como uma ferramenta precisa de nivelamento de poder, afinal por que um frasco de cola soberana é lendário e um cetro do alerta é incomum?, os itens mágicos devem ser controlados e não mistificados (mas jogar sem eles também não é um martírio).

4° Personagens são muito iguais


Quem assistiu esse ep. de Rick e Morty pegou a referencia

Você deve estar pensando “Ué mas isso entra em conflito com o fato dos conjuradores serem mais poderosos”, de fato, mas é como na isonomia: “Os iguais são tratados iguais e os diferentes iguais cada um conforme sua diferença”, ou seja os guerreiros depois de escolhidos os caminhos, não mudam mais, todo champion é a mesma coisa. antes na 3° edição haviam talentos para moldar o estilo de combate, agora os talentos são menos presentes e o estilo de combate é um bônus inicial pouco relevante.

5° O jogo é desequilibrado no final das contas


ta ai um grupo overpower!

São muitos os pontos em que o jogo tem desequilíbrio, seja em classes melhores e piores, itens mágicos melhores e piores ( do mesmo nível de raridade, monstros do mesmo ND mais fortes ou fracos e isso acaba influenciando no jogo, pois os fracos são evitados em favor dos fortes, então suas opções caem muito, não que todo personagem tenha de ser poderoso, porém isso é penalizar uma escolha (mais triste que ser meio elfo na 3°edição).

Considerações finais

Basicamente é isso, foi muito mais fácil mapear os defeitos que as qualidades do jogo, não que ele tenha mais defeitos, porém os defeitos são mais fáceis de lembrar já que incomodam mais. caso tenha criticas sugestões ou elogios(duvido), comenta ai.

Abraço a todos e até…

Dark

Top 5 Qualidades do D&D 5E

Olá (Poderia ter começado com um saudação a todos mas acho que aquilo ta ficando repetitivo)
Venho aqui trazer para vocês as 5 maiores qualidades do D&D 5° edição, fiquem a vontade para opinar a respeito:

1° Ele se tornou um jogo mais fácil de aprender

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Convenhamos que dominar D&D 3ª e 4ª edição não é simples (a 4ª eu não domino até hoje), são inúmeros talentos poderes habilidades de classe, o que para um metagamer é ótimo mas para o jogador mais casual é um martírio. O tempo faz os jogadores casuais ficarem overpower, mas o tempo faz os overpowers virarem bons jogadores (as vezes), sendo assim que eles tenham um começo menos traumatizante.

2° Ele quebrou paradigmas antigos

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A 5° edição veio com o proposito de ser elegante, remeter a suas origens,e apresentar alguma evolução (tanto que seu nome era D&D Next), não considero ela muito clássica, ela tem muito o frescor de novidade, o que ela tem de fato eh uma maquiagem clássica, porem ela inovou positivamente em vários aspectos, posso citar as regras de vantagem e desvantagem que descomplicaram a vida de muita gente, os bônus de proficiência, os espaços de magia, isso deixou o jogo bem orgânico.

3° Foco maior no roleplay

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Não vou dizer que regras importam mais que interpretação ou vice versa, sei que deve haver um equilíbrio, enquanto muitos jogos pecam por ter regras de menos D&D estava indo no caminho inverso tendo regras de mais ( a 4ª edição era um videogame de papel). e isso tira o charme do jogo e balança o equilíbrio dos 3 pilares sagrados do jogo interpretação, exploração e combate.

4° Grande quantidade de material nos livros básicos

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Tem mais material que o 4° mas menos que o 3° ( um pouquinho menos), as raças tem sub-raças e as classes tem “caminhos” a serem escolhidos, alem das raças “básicas” tem também as opcionais inclusive os draconatos e tiefilings (que eu detesto mas tudo bem gosto é gosto).Não sei dizer se isso vale como qualidade, mas a sensação de comprar o livro (que é bem caro) e sentir que esta faltando algo é muito triste.

5° Ferramentas de narrativa compartilhada

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Existe de uma forma bem sutil, mas creio que será uma tendencia nos RPG no futuro, mecanismos onde o jogador interfere na historia e cria reviravoltas para a aventura, na forma de trama points, inspiração, backgronds, trinkets etc. Isso não é novidade no RPG mas no engessado D&D é um grande avanço
Por hora é isso, em breve teremos as os Top 5 defeitos do D&D 5E e caso o feedback seja bom farei de outros rpgs também.
Dark