PicPay: Uma fintech que vale a pena

Bom dia (dei uma sumida de novo, ter uma vida dupla de trabalho/blog não é fácil)

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Hoje vou falar de um aplicativo que conheci a pouco tempo, o PicPay, ele é um aplicativo de pagamentos, nele você se cadastra, vincula seus contatos para que ele localize seus amigos que usam o aplicativo, vincula uma conta bancaria sua (opcional) e um cartão de credito (opcional também). Quando você se cadastra você tem a opção de usar um código de referencia e ganhar 10 reais de cashback (cashback para os que não conhecem se trata de receber dinheiro de volta por gastar dinheiro, é tipo um desconto gourmet), a pessoa que te indicou também ganha caso seu pagamento seja via cartão, resumindo da pra indicar muita gente e ganhar muitos dinheiros, claro que isso se esgota com o tempo. mas não deixa de ser beneficio.


Dicas e macetes que eu aprendi no PicPay


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Bom com minha breve experiencia no PicPay aprendi alguns macetes (outros deduzi por conta própria) e como sou muito bacana vou lhes ensinar (claro que eu preciso de um assunto para o post então porque não unir o útil ao agradável).
  • Tenha sempre algum saldo disponível, isso será útil quando surgir alguma promoção que envolva um pagamento em até 24 hrs;
  • Espere as promoções para pagar seus boletos, há promoções com 10% e até 20% de cashback, limitado a 10 e 20 reais respectivamente;
  • Vale a pena usar o cartão para parcelar contas que vc tenha cashback contanto que os juros+taxa sejam inferiores ao cashback ganho;
  • Existe a opção de gerar boletos com internet banking como neon, original, inter e pagar a si mesmo para conseguir cashback;
  • Além de indicar pessoas para ganhar suas ganhas se possível tenha familiares próximos com o app também, assim você pode usar as contas deles para pagar quando você não tiver nenhum bônus disponível e depois pode centralizar o saldo para uma unica conta para pagar um boleto por exemplo;

Considerações finais

Nada do que foi sugerido anteriormente é crime, muitas pessoas usam  PicPay para dar golpe, ao meu ver só pela facilidade nos pagamentos o app já valeria a pena, porém tem muitas oportunidades de fazer as transações serem mais “lucrativas” do que simplesmente pagar, e em tempos difíceis qualquer ajuda é bem vinda.

Dark


Minhas variantes para D&D 5E

Bom dia a todos que jogam RPG, (e aos que não jogam também, não tem porque excluir ninguém né)

Venho aqui apresentar minhas variantes para D&D 5E, algumas são oficiais e outras não, gosto muito de experimentar coisas novas e acho que o jogo melhora se for jogado de forma ligeiramente diferente, então as variantes que mais gosto de usar são:


1° “Dado” como bônus de proficiência ao invés de bônus estático (em testes)

Essa variante esta presente no LdM, basicamente consiste em jogar um dado (cujo tamanho varia dependendo de quanto de proficiência você tem, em adição ao d20 quando fizer um teste; por exemplo se você teria +2 de proficiência em um teste de furtividade, com essa variante você terá +1d4 e jogará 1d20+1d4+Des para fazer um teste de furtividade, isso deixa o jogo mais randômico o que é bom pois quando as coisas ficam muito estáticas o jogo fica facil (algo que não aprecio).

2° Descanso curto de 8 horas e descanso longo de 1 semana


Também esta no LdM, não sei quanto a vocês, mas acho muito fácil ter um combate parar 1 hora e recuperar quase todo dano sofrido simplesmente por ficar parado, nessa variante a recuperação é bem mais lenta, mas ainda sim mais rápida que a 3° edição (onde se recuperava 1 PV/nível por dia), acredito que isso faz as escolhas dos jogadores pesarem mais na hora de “desperdiçar” recursos importantes, alem de valorizar quem tem o poder de curar os companheiros.

3° Iniciativa jogada com 1d12


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Esse rolê foi loco

Essa eu concebi de minha própria cabeça, notei que a iniciativa é uma etapa extremamente importante do combate, então creio que rebaixando o dado da iniciativa (alem de valorizar o d12 que é muito ignorado o coitado) vai valorizar os mais rápidos, e prejudicar os mais lentos, faltam mais testes, mas estou otimista com esse sistema.

4° Sem tendencias


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Na falta de uma imagem melhor vai uma de uma estatua olhando para o nada

Acho que definir o personagem por uma tendencia é meio bocó, pessoas não são tão obvias assim, e a vida de um aventureiro envolve basicamente um arrastão atras do outro envolvendo vários latrocínios no percurso, e também que tipo de grupo tolera alguém “Mal” entre eles, se o grupo inteiro for mal eles perseguem pessoas boas, mas ai vira mais uma questão de roleplay e background, os personagens precisam de motivação, resumindo tendencias são descartáveis confie em mim quando digo que é melhor o Jogador escrever 3 linhas sobre o personagem dele do que ser Leal e Bom e assassinar animais na floresta.

5° Sem magias de nível 0


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Queria ser um mago chavosão assim, vou continuar sonhando já que não paga nada pra isso mesmo

Outra polêmica, não gosto de magias de nível 0, a grande maioria é inútil, algumas são boas e outras acabam ofuscando as outras opções de nível 0 fazendo o Mago/Clérigo/alguém que solte raios lançar a mesma magia 50% do tempo. Simplesmente arrancar a magia dos conjuradores seria um “Nerf” (Downgrade ou rebaixamento use o termo que mais agradar) pesado. É preciso compensar com algo, mas precisa ser algo que lembre que magia é coisa séria e usar tem um custo. Minha sugestão é habilitar custos alternativos para magias que envolvam o sacrifício de pontos de vida/experiencia/dinheiro para lançar mais magias adicionalmente em um dia, ou mesmo uma reserva de fadiga para algumas magias diariamente (tipo 1 magia de 1° nível adicional +1 a cada 2 níveis), aceito sugestões. o critério é dar sobrevida a capacidade de conjuração sem tornar o conjurador overpower e sem banalizar a magia.

Por hora é isso, em breve volto com mais

Dark


Jada Nano Metalfigs: Miniaturas fabulosas com um ótimo custo

Bom dia, poderia dizer que isso é uma análise mas não creio que se trata disso, pois só vou falar dos bonecos de metal da Jada da serie Nanometalfigs, a Jada produz outros bonecos maiores (creio que para concorrer com Pop Funko), mas estes não são tão populares, essa linha inclui miniaturas diversas  de metal com 4cm de altura aproximadamente pintura brilhante e uma base elíptica (preferia que fosse redonda mas nem tudo são flores, o nível de detalhe varia muito, temos minis bonitas como a do Magneto por exemplo e minis feias como a do Wolverine.

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O preço varia muito individualmente elas custam em media uns 12 reais, também são vendidas em packs temáticos como Marvel, DC, Disney, Jack Skellington entre outros, para os que já jogaram Heroclix ou Heroscape (principalmente o Heroscape), elas são perfeitas adequadas para o jogo tanto em tema quanto escala. estou ansioso para criar um jogo Skirmish com elas.

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A pintura das miniaturas é sensível, uma queda pode tirar uma lasca de tinta da sua miniatura, talvez envernizar seja uma alternativa, para os que dominam pintura. O metal é resistente, mas não tentei martelar ele pra ver o que acontecia, elas são vendidas em embalagens transparentes então é muito difícil adquirir uma com defeito.

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Em geral posso dizer que gostei e recomendo a compra, não ganho nada pra divulgar (mas bem que queria), elas não são baratas nem fáceis de achar (lojas de brinquedos e livrarias costumam ter). mas ficam belas na prateleira ou até em algum jogo/rpg em que você possa empregar elas.

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Isso é tudo o que eu tenho a dizer no momento, volto em breve com mais conteúdo, até mais.

Dark

Análise: Wild Guns, Tem cara de anime, gosto de arcade, mas é do SNES

Sejam bem vindos novamente ou caso seja sua primeira vez no blog só seja bem vindo mesmo).


                                                     Será que essas capas eram todas desenhadas pelo mesmo cara 

Hoje vou falar de uma pérola do SNES que muitos desconhecem que é o Wild Guns, ele foi produzido pela Natsume em 1994 e se trata de um jogo de tiro com uma câmera pré fixada atras dos personagens, é ai que esta seu diferencial, ele e Sunset Riders são os jogos que me vem a cabeça quando se fala de faroeste do SNES, porem a adaptação de Wild Guns se trata de um futuro alternativo com mechas e cowboys, algo muito insano e divertido.

Jogabilidade

         O robô é estiloso, mas como chefe ele é um coitado 

No jogo controlamos a “mira” do personagem escolhendo onde os disparos serão feitos, porém não exploramos o cenário apenas desviamos de tiro e apos os inimigos serem derrotados (as vezes um subchefe também) avançamos para próxima fase, são 6 estágios para terminar, o jogo é curto, mas bem difícil, características de jogos de arcade, curioso não ter sido lançado para arcades na época, talvez a empresa não tivesse o know-how para isso, alem dos tiros os personagens jogam bombas laços que paralisam e esquivam (esquivar é fundamental para sobreviver).

Qualidades técnicas e afins

Ter escolhido esse jogo para o review já indica que eu gosto muito dele, (poderia ter pegado um jogo ruim para falar mal também, mas isso vou deixar pra outro dia) Acho que o ponto forte do jogo é o capricho com que ele é feito, não tem nada “nas coxa”, arte, som jogabilidade, dificuldade, se fosse apontar um defeito eu diria que ele poderia ter mais conteúdo, mais telas personagens e uma historia mais profunda, pois o que se encontra é apenas um plot inicial e muitos tiros.

Nova versão

Em quatro players esse jogo vira um verdadeiro caos

Em 2016 a Natsume ressurgiu das cinzas mais de 20 anos após o lançamento original e fez a versão reloaded de Wild Guns, basicamente o mesmo jogo porem com mais cenários,armas e personagens, mais multiplayer para 4 jogadores, parece perfeito, afinal soluciona o problema do antigo, porem o preço dele é muito salgado para um jogo de “SNES com esteroides”.

Conclusão

Fazer uma conclusão deixa meu post com cara de atividade escolar, só venho salientar que quem não jogou deve jogar e quem puder pagar, ou queira abaixar um piratinha craqueado que deve haver por ai (não estou aqui para julgar ninguém) pegue o reloaded porque é um multiplayer para 4 sem modo online, uma coisa bem rara.

Obrigado por ler até aqui

Dark

Análise: Say by to the Villains, deduzindo como os vilões vão te matar

Olá, (vou testar minhas saudações até chegar a uma que me agrade de verdade).
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Essa capa me lembra os mangás do Lobo Solitário (quem não leu leia que são muito bons)

Hoje vou falar de um jogo que me agradou muito, mas faltou alguma coisa pra ele cair no gosto do meu grupo (e meu também de certa forma). O jogo é o Say by to the Villains. de Seiji Kanai, mesmo autor de Love Letter. se em Love Letter ele criou uma obra prima da dedução no Say by não foi bem esse o caminho.


O objetivo do jogo

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Os justiceiros são 8, alguns são bem complicados de dominar

Basicamente é um jogo cooperativo com jogadores com poderes variados, bem assimétrico por sinal. Nele jogadores selecionam um justiceiro e devem no decorrer da partida “preparar” ele para enfrentar um dos vilões ( a ser escolhido na hora do duelo). Todos os Justiceiros devem vencer, além disso os jogadores não devem divulgar o teor dos cards em sua mão ( para evitar um alpha durante a partida). Os vilões alem de super fortes contam com muitos recursos a disposição deles (alguns mais outros menos) a premissa seria deduzir os cards que ele tem e se equiparar a altura dele para poder duelar com ele.

Regras e desenvolvimento da partida

Os jogadores compram cartas de um baralho comunitário de cartas de ação que para serem jogadas envolvem um custo em tempo, ninguém pode exceder o limite de 10 unidades de tempo quando o máximo é alcançado o jogador deve escolher o vilão que ira enfrentar (estando preparado ou não). jogadores podem ativar habilidades e compartilhar cartas contanto que nunca anunciem as cartas que possuem (mas podem falar delas de forma subjetiva como por exemplo “preciso de muita força” etc.). os vilões ficam com suas cartas ocultas e essas podem ser reveladas antes do duelo através de habilidades o que ajuda a se preparar para o duelo, porem o tempo gasto descobrindo as cartas, pode fazer falta na hora de se preparar para o duelo.

Pense em um jogo difícil


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Não sei se isso é uma cara de medo ou disenteria, lembre-se, caso tenha estrabismo não faça caretas

Não sei se deu para perceber, mas o jogo é muito difícil de vencer, é o tipico jogo que quando se vence você fica com a impressão de estar jogando errado (da pra perder jogando errado também o que é muita humilhação). Jogos coop são difíceis por natureza, mas o que eu vejo como problema do jogo é que a dificuldade dele vem da “jogabilidade”, principalmente quando o vilão dispõe de muitos recursos. há personagens mais fracos e mais fortes e como TODO MUNDO precisa vencer, alguém sempre vai afundar a equipe, acho que devia haver uma condição de vitória parcial, já aliviaria a carga da dificuldade.

Veredito


O jogo é bom, mas não é para qualquer um, ele é barato e rápido, características de um filler, a dificuldade pode espantar um publico mais casual, mas vale bem para pessoas com um gosto por dedução e que não desprezem coop em geral

Obrigado por ler até aqui.

Dark

  

Top 5 Defeitos do D&D 5E

Boa tarde,

Anteriormente eu listei as 5 qualidades do D&D 5E agora faço o caminho inverso, porque afinal nem tudo são flores, você pode não concordar comigo, mas essa é uma opinião pessoal e sincera, então vamos começar logo com isso.

1° Conjuradores > que todo resto


Aprender a se esconder é aprender a sobreviver

Isso já era um problema da 3° edição, na 4° resolveram e deixaram o jogo equilibrado (até demais) e o problema volta novamente agora, não parece muita coisa a principio, mas analisando da para ver como as magias são a opção mais eficiente na resolução de qualquer conflito, as resistências são mais fáceis de explorar na 5° edição, pois o conjurador pode mirar na fraqueza do oponente como Carisma ou Sabedoria por exemplo, que tende a ser menor do que um teste de vontade seria.

2° Níveis de desafio mal projetados e de difícil compreensão


Góblins bem usados (ou mal) podem gerar um TPK bem precoce

Para os que tiveram o desgosto de ler as regras de projeção de encontro e conseguiram entender eu dou os parabéns, porém para a grande maioria aquilo fica mais confuso a cada vez que se lê, tanto que simplesmente estou preferindo chutar quanto de poder tem um monstro e esperar que ele não trucide os aventureiros, saudades de quando simplesmente se somava os níveis de desafio e consultava uma tabela.

3° Itens mágicos não tem preço

  Consegue reconhecer esses itens?

Ok, muitos dirão que é intencional e que isso evita o efeito “arvore de natal”, mas os preços dos itens servem como uma ferramenta precisa de nivelamento de poder, afinal por que um frasco de cola soberana é lendário e um cetro do alerta é incomum?, os itens mágicos devem ser controlados e não mistificados (mas jogar sem eles também não é um martírio).

4° Personagens são muito iguais


Quem assistiu esse ep. de Rick e Morty pegou a referencia

Você deve estar pensando “Ué mas isso entra em conflito com o fato dos conjuradores serem mais poderosos”, de fato, mas é como na isonomia: “Os iguais são tratados iguais e os diferentes iguais cada um conforme sua diferença”, ou seja os guerreiros depois de escolhidos os caminhos, não mudam mais, todo champion é a mesma coisa. antes na 3° edição haviam talentos para moldar o estilo de combate, agora os talentos são menos presentes e o estilo de combate é um bônus inicial pouco relevante.

5° O jogo é desequilibrado no final das contas


ta ai um grupo overpower!

São muitos os pontos em que o jogo tem desequilíbrio, seja em classes melhores e piores, itens mágicos melhores e piores ( do mesmo nível de raridade, monstros do mesmo ND mais fortes ou fracos e isso acaba influenciando no jogo, pois os fracos são evitados em favor dos fortes, então suas opções caem muito, não que todo personagem tenha de ser poderoso, porém isso é penalizar uma escolha (mais triste que ser meio elfo na 3°edição).

Considerações finais

Basicamente é isso, foi muito mais fácil mapear os defeitos que as qualidades do jogo, não que ele tenha mais defeitos, porém os defeitos são mais fáceis de lembrar já que incomodam mais. caso tenha criticas sugestões ou elogios(duvido), comenta ai.

Abraço a todos e até…

Dark

Ganhando dinheiro on-line a grande perda de tempo

Olá

Venho através deste post relatar minha experiencia nas mais diversas formas de ganhar dinheiro online que se vê por ai, e a imensa maioria não foi boa, estou a 2 semanas testando e não é necessário um Q.I. maior que de um chimpanzé lobotomizado para perceber que isso tudo é uma grande furada. Não vou falar o nome das empresas pra evitar a ira delas (não puderam me ajudar mas provavelmente podem me prejudicar se fizerem uma forcinha). Acompanhem as categorias dos “métodos” de ganhar dinheiro online:

Pesquisas pagas

É um dos piores tipos, basicamente a ideia é que você seja recompensado com dinheiro/pontos por responder pesquisas pagas até ai tudo bem, você acessa o portal enche de informações suas la e começa, a primeira pesquisa costuma ser tranquila (as vezes nem a primeira é tranquila), porém logo em seguida os problemas começam a aparecer:
  • As pesquisas somem sem explicação nenhuma;
  • Você começa a responder uma pesquisa para eles simplesmente dizerem que seu perfil não é o que eles procuram, porém você não ganha pelas respostas que você já deu que por si só já são uma contribuição(pra não dizer uma grande perda de tempo);
  • É necessário uma grande quantidade de saldo para efetuar o resgate, calculando superficialmente acho que se tiver uma pesquisa por semana você consegue sacar depois de meses (mas isso já é contar com a sorte);
  • Você fornece varias informações e muito provavelmente elas podem param nos maiores confins da internet (quem sabe em um leilão de escravos da deepweb, nunca se sabe);
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Não sei se foi devido a grande demanda ou apenas uma desonestidade nata das empresas mas esse modelo de pesquisas pagas é muito decadente, não me agradou e não quero mais usa-lo.

PTC




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PTC é a abreviação de points to click, a ideia é muito básica, você clica nos anúncios e ganha centavos, porém é décimos de centavos e você tem um limite diário de quanto pode clicar, ai você pode pensar, porquê do limite?, nesse limite eles costumam propor uma conta premium (pois é conta premium para algo que te paga em centavos de centavos), e nisso tu acaba visualizando mais uns 5 anúncios só enquanto navega no site (sem ser remunerado para isso), esse modelo ultimamente é ruim por si só, porém eu ainda não tenho um veredito dele, mas a dica é: se você achar qualquer outra coisa pra fazer faça, porque daqui só sai trocados.

Mineradores de Bitcoins



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Nesse caso a proposta é deixar um estranho instalar um programa na sua maquina pra você ganhar dizimas de bitcoin, sendo que quando a moeda encarece eles abaixam a recompensa por minerar (ou seja lucro não há), alguns vem até com um joguinho junto, é possível calibrar o quanto da capacidade de processamento você compromete com a mineração de Bitcoins, não sou especialista mas fontes confiáveis me dizem que o lucro não paga a energia gasta com o computador ligado, se você conseguir instalar isso em um computador de outra pessoa (ou varias pessoas), da pra ter uma “fazendinha” de Bitcoin, porém desconheço quem aceite isso numa boa.


Menção honrosa: códigos de referencia


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Por ultimo em vários desses sites/apps tem um sistema de referencias alguém, a pessoa insere seu código e ganha uma bonificação e você também, claro que se todo mundo inserir seu código você ganha muita grana, vários youtubers usam desse ardil em videos como ganhei 500 R$ em um dia com o app tal, ai ele te instrui a usar o código dele e ele tecnicamente ta ganhando uma indicação por view, assim da pra ganhar uma boa grana diariamente, porém isso não passa de um esquema de piramide financeira maquiado, por isso prefira sempre ajudar conhecidos seus e formar grupos, para participar de conjunto de afiliados etc.

E isso é só espero ter sido claro, aguardo perguntas e comentários

Dark

Análise: King of Dragons, o melhor jogo do D&D no SNES

Bom dia, (nossa, como eu estou formal hoje)

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Não sei porque, mas essa capa me da uma vontade de tomar catuaba.


Hoje vou falar de um dos meus jogos favoritos do SNES (e do Arcade também) e um dos meus jogos favoritos em geral que é o King of Dragons, para quem não conhece King of Dragons foi lançado em 1991 para o Arcade na placa CPS1 e portado para o SNES em 1994, se trata de um jogo side scrolling de beat ‘n up (muitos termos em inglês aqui hein, basicamente eh um jogo de tretinha com câmera de lado e umas espadas e uns orcs).


Personagens

Uma das coisas que mais gosto desse jogo é que ele tem 5 personagens distintos que evoluem de forma distinta para jogar, alguns são mais simples de dominar que outros, porém todos são bem jogáveis, os personagens do jogo são:

Elfo:


Tem o melhor alcance e uma velocidade de ataque media o dano é bom, porém tem poucos pontos de vida e evolui mais devagar, recomendado para jogadores intermediários embora seja o favorito de muita gente melhor escolher ele quando estiver jogando com amigos.

Guerreiro:


Tem a melhor vida, melhor dano, ataca rápido, evolui rápido, ele é disparado meu personagem favorito. Embora tenha um alcance menor e não fique muito mais poderoso quando evolui um jogador habilidoso consegue compensar isso fácil, ele é uma das melhores opções (junto com o clérigo) para se jogar sozinho.

Anão:


É um guerreiro em miniatura, a vida é levemente menor e ele evolui mais devagar, porem ele tem um dano melhor, e um pouco menos de alcance, eh uma opção legal, mas é o personagem que menos me interessa, talvez por não ter um diferencial.


Clérigo:


Ele é mediano em tudo, alem de contar com o escudo que salva bastante, bom para iniciantes e bom para completar o time, porém ele é um pouco lento quem jogar com ele deve estar ciente disso sempre, senão vai apanhar muito.


Mago:


O favorito de muitos (creio que por ser mais estiloso), é o personagem mais difícil de se jogar, ele é muito fraco e lento no inicio, 2 porradas são o suficiente para matar ele e a magia nos níveis iniciais é menos eficiente que uma espadada, alem de ser o que mais demora para evoluir, porém ele se torna o mais poderoso nos últimos níveis valendo o investimento, mas chegar nos últimos níveis com ele é bem difícil.

O jogo em si

Mapinha simpatico, gosto dos graficos desta epoca


Não tem muito mistério aqui, é andar e bater, evite apanhar mate o boss e ganhe seu item magico (upgrade), repita o processo pelos 16 níveis do jogo. O charme da coisa esta em jogar com os amigos e tentar otimizar seu jogo para chegar ao final com os 5 créditos do SNES ou com 1 ficha no Arcade, já que ele não permite continuar (ao menos na versão que eu jogo). Para alguns isso é frustrante, mas acho desafiador e o fato de você evoluir e conseguir cada vez mais um resultado melhor no jogo é a graça. Os níveis alem de inimigos contam com armadilhas e uns itens escondidos (bem difíceis de achar, vasculhem tudo), os chefes são difíceis, mas é como eu disse, com o tempo você aprende a matar os primeiros tranquilamente para ter mais recursos pro fim do jogo, sem isso você morre antes da metade dele.

Versões disponíveis

A versão OpenBor permite até 4 players, é muita pancada voando para todo lado.
Como já mencionei existe uma versão arcade e uma de SNES, a de arcade é bem melhor em gráficos e jogabilidade, mas a de SNES é muito boa também dentro de suas limitações. O que eu não havia dito é que existe uma versão fan made em OpenBor excelente, o pessoal criou muito conteúdo para o jogo, vale muito a pena conferir, mas minha dica é; jogue o original antes pois vale muito a experiencia.

Dark

Link para versão do OpenBor: